Arquivo para fevereiro 2009

Liberdade, esta pobre caluniada

fev 20th, 2009 | Por: Eduardo Mineo | Categorias: Simone de Beauvoir

Uma delicada reflexão sobre aquelas garotas que falam em liberdade como se fossem detentas prestes a cantar Rap.



Onde andam com a cabeça?!

fev 17th, 2009 | Por: Carlos Bernardo Junior | Categorias: LyfeStyle

Tenho sérios problemas com os termos: “balada”, “festa”, “curtir”… Não sei por quê, mas tudo me parece uma desculpa para “pegação”. Esse tipo de coisa não me anima muito, não sei, falta um pouco de hombridade nisso tudo.



A comédia de um solteiro

fev 16th, 2009 | Por: Eduardo Mineo | Categorias: Macho de Respeito

Porque, afinal de contas, Flaubert é francês, mas é gente boa!



Se a saia é justa, por que não calças largas?

fev 16th, 2009 | Por: Lefebvre de Saboya | Categorias: This Week

O homem é burro, mas não é doido. Nunca repetiríamos nossos absurdos por mulheres e filhos. Faríamos tudo igual para podermos inventar o uísque e pronto.



Trivial Pursuit

fev 15th, 2009 | Por: Eduardo Mineo | Categorias: Macho de Respeito

Como eu posso dizer a ela que o topo do meu crânio é como o teto da capela Sistina?



Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres?

fev 12th, 2009 | Por: Lefebvre de Saboya | Categorias: Moda & Mente & Beleza

Eu detesto os livros da Clarice, desde que li o primeiro. Sempre vi neles não uma escritora, mas apenas uma autora, talentosa, que não queria ir até onde poderia. Mas eu tinha algo em comum com ela, o dia do nascimento. Ela nasceu no dia 10 de dezembro, eu no dia 11. Por essa “proximidade”, sempre me interessei mais pela sua vida do que por suas obras. Pode imaginar quão problemático é desgostar de uma das “escritoras” mais importantes do Brasil? Ainda não é fácil.



Era virtual

fev 10th, 2009 | Por: Carlos Bernardo Junior | Categorias: LyfeStyle

Hoje em dia temos mais comunicação, sim, isto é inegável. E é bem legal, sempre estamos falando com alguém. Agora mesmo, estou escrevendo este texto, e estou a poucos cliques de distância de vários amigos, seja no MSN, GTalk, Orkut, etc. É fascinante e ao mesmo tempo perigoso. Pois ao mesmo tempo que abrindo uma janela eu possa conversar com alguém, ainda sinto meus dedos frios, o ar está forte, a luz branca e o estimulo luminoso do monitor, com certeza tornam meu olhar frio. Não seria possível olhar para uma pequena janela branca, com um punhado de texto e sentir o calor humano. Por mais emocionante que seja o texto, falta o toque, fora este que bate gélido nas teclas deste computador.



Mulher-bomba e a solidão

fev 4th, 2009 | Por: Carlos Bernardo Junior | Categorias: Simone de Beauvoir

Ah, vai, admitam! Quando vocês perguntam: “Amor, o que tem de diferente em mim?” E você afinou um milímetro da sobrancelha, realmente espera que a gente note?